domingo, 25 de janeiro de 2009

Escola Cesário Neto II

O intervalo era algo em que alguns colocavam a conversa que não fora terminada em sala de aula, e como toda escola pública tem o lanche que meu amigo chamava de “comidão”, pois aquilo era mais parecido com um almoço e algumas vezes eram servidas o lanche de verdade como bolacha e suco ou cachorro quente. Depois que todos comiam e deixavam os pratos em cima da mesa ou pia, e eu e algumas pessoas juntávamos o prato de comida e levávamos para a cozinheira que ficava muito feliz pela ajuda e meu amigo a chamavaela de dona Maria, pois bem eu perguntei nossa sabes o nome dela, e sabe o que ele me respondeu que toda velha se chama Maria. O que era mais cobiçado era a sala de informática que ficava lotada, mas era bem protegida por um professor rígido e que sempre zelava dos computadores que ficavam em uma sala com duas portas e três cadeados. A comida que era servida na cantina não eram para o ensino médio e sim para o fundamental, mas como as criancinhas não gostavam do ‘comidão da dona Maria’ preferiam a lanchonete que tinha docinhos e salgadinhos.
PS: Eu estudei nessa escola no período de 2006 e 2007, este texto possuem momentos em que eu estudei nele. Hoje esta escola não existe mais e agora ele é do EJA.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Escola Cesário Neto

Eu sou uma garota que vive em um bairro de classe média, onde a violência e o tráfico não são muitos acentuados. A minha primeira experiência foi sentir o cheiro de droga que vinha em uma das salas e como o cheiro era muito forte perguntei, para minha amiga que logo me disse esse cheiro de folha seca é de droga, alguém está fumando em uma dessas salas. O intervalo era uma coisa interessante principalmente para mim que não era acostumada com aquele tipo de costumes, e como era proibido fumar pelo menos na vista de algum fofoqueiro ou da diretora, então eles aproveitavam o banheiro que ficava cheio de fumaça horrível de se estar lá dentro, pois o cheiro insuportável sufocava os não fumantes. Os que não ligavam muito com a regra de não fumar nos corredores se arriscavam perto do banheiro, e foi ai que eu vi um menino que tinha a aparentar sete anos, pedir um cigarro e dar umas tragadas na minha frente na ida ao banheiro feminino, e depois ele devolveu tranquilamente como se isso fosse normal. Bem a pirataria estava lá, um homem que andava com uma mochila cheia de DVDs piratas e com promoções e preços abaixo do preço de mercado nos camelôs. Como é proibido entrar sem uniforme, os moleques se arriscavam pulando o muro alguns só para vadiar e fumar, outros para não usar mesmo e burlar a regra, o guarda ficava dentro de uma espécie de ‘sala gradeada’, aquela escola parecia um presídio. Algumas vezes explodiam um vaso sanitário com bombas artesanais. A volta para casa demorava uns trinta minutos à espera do meu pai que vinha me buscar de carro então eu ficava ali em frente à escola, as vezes eu via a polícia entrar e sair com um no camburão, outras vezes eu via brigas.

PS: Eu estudei nessa escola no período de 2006 e 2007, este texto possuem momentos em que eu estudei nele. Hoje esta escola não existe mais e agora ele é do EJA.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

O gato medroso

Eu tenho cinco gatos, três machos e duas fêmeas. Um é de briga vive praticamente na rua e os outros gostam de ficar em casa caçar alguns ratos e pássaros. Meu prince o briguento quando chega para comer e voltar p'ra rua costuma paquerar e não gosta de concorrência então ele costuma a bater no gato preto que um dia se borrou de medo. E hoje eu viajei cheguei de viagem, o meu irmão sentiu um fedor de bosta foram no banheiro nada caça daqui caça acolá e nada e adivinhem onde o gato se borrou todo debaixo da minha mesa, o ruim que não é só em um unico lugar e que sujou o cabo de energia do notbook e de energia.
=^;^= Que gato medroso!

PS: Chegamos na casa da minha prima, e o filho do meu primo estava jogando playstation com um gaúcho louro de cabelos compridos, e minha mãe sem saber perguntou se era menino ou menina, pois tem meninas que se vestem como meninos então minha mãe ficou confusa o resultado de tudo isto foi muita gargalhada.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Dia =(

Bom, eu ñ passei no vestibular, mas não era o que eu queria, e no oftalmologista eu fiquei muito chateada.

Ouvi no oftalmologista

FulanoA: Vamos ver uma revista.
FulanoB: Vê o que, se eu não enxergo nada só figura.
FulanoA coloca óculos escuros e começa a ver a revista.
FulanoB: Assim termina de cegar, tem criancinhas que já usam óculos.
FulanoA: E você não tem conta no banco...Olha a ostra.
FulanoB: HUM comer uma com farinha.
=)

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Eu e o violão

Eu com minhas revistas musicais cifradas e ele um pouco empoeirado com uma aranha morando em seu interior.
Eu tento entender como funciona a cifra e desvendo um segredo a de que minha mão pode doer muito, tento uma tento outra e percebo que me falta agilidade que me falta um pouco de ritmo e que me falta uma voz que não falhe me deixe na mão e então deixo meu dedo deslizarem por ele, mas coitado dos meus dedinhos que parecem tão fracos e delicados e que às vezes não consigo nem apertar a corda com o dedo mindinho.
E assim eu vou tentando e desafinadamente cantando para um dia conseguir tocar uma musica inteira com muito estilo.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Tenho medo de ultrapassagens





Em minha viagem ao Mato Grosso do sul para resolver alguns negócios do meu pai, na ida nos fomos de carro e o meu irmão Júnior estava dirigindo e com ele até dormi bem à-vontade e sem nenhuma preocupação. Como a negociação demorou mais do que o previsto meu irmão teve que voltar de ônibus e nós ficamos mais dois dias no hotel.
Acordamos muito cedo para preparar as nossas malas melhor e ver se não esqueceu nada para por na mala. Primeiro meu pai quase atropela uma mulher e uma criança atravessando a rua, depois ele tenta ultrapassar os carros, mas de uma forma nada convencional e foi nesse que nos quase morremos, pois erram três carros ultrapassando um caminhão e é ai que quase não dá tempo de meu pai passar, pois uma carreta vinha na sua frente muito perto, apesar disso escapamos da morte (oh gloria) e o que mais deixou abalada foi quando um motoqueiro estava vindo na nossa frente em uma das ultrapassagens ele teve que desviar do nosso carro indo para o mato.
E eu querendo dormir, mas não podia, e minha mãe no banco na frente guiando meu pai (graças a Deus), pois meu pai não sabe muito bem ultrapassar não aprendeu nada olhando o modo como meu irmão fazia. A ultrapassagem dele era do jeito lerdo não era como meu irmão fazia que metia o pé no acelerador e que respeitava as curvas.
Eu não consegui dormir com tanto medo, porque eu e minha mãe tínhamos que avisá-lo sempre que tinha uma quebra-mola ou cones pelo caminho, mas mesmo assim quando eu estava cochilando ele passa pela quebra-mola e eu quase bati a minha cabeça no teto do carro isso não ocorreu apenas uma vez e sim três vezes um seguido ao outro.
Eu até o perdoo, porque ele já está com 66 anos.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Desafio

A Carol desafiou-me a listar 8 coisas que sonho para mim:

  1. Passar no vestibular de uma universidade pública.
  2. Falar 5 línguas.
  3. Conhecer a maioria dos pontos turísticos do Brasil.
  4. Fazer um intercâmbio no Reino Unido.
  5. Comprar uma casa grande e linda.
  6. Ter um carro na cor amarelo claro.
  7. A educação do Brasil seja o melhor dos melhores.
  8. Ter diferentes tipos de animais de estimação (pássaros, peixes, cachorros, gatos e um coelho) na minha própria casa.

sábado, 3 de janeiro de 2009

A virada de ano


Comemorei esse dia com minha família com muita comida e champanhe. Bem eu que tive que preparar praticamente tudo, mas foi ótima e bem engraçada.
O mais interessante foi que meu pai estava louco para abrir o champanhe só que ainda não, apesar do velho já estar com as mãos quase a abrir meu irmão ia avisando para ele, mas o meu pai é muito teimoso e continuou a abrir a garrafa que estava na mesa e não em suas mãos. Então a tampa com a pressão bateu no telhado, mas poderia ser pior e acertar o olho do meu pai ou quebrar a lâmpada.
A minha mãe começou a repetir o quanto o meu pai era teimoso e nos relembrou um fato do passado na qual o meu pai se comportou da mesma forma não se importando com os seus avisos e suplicas, pois bem irei contar o que a minha mãe e meu irmão falaram.
Onde meus pais e meus irmãos moravam o telhado era de metal e meu pai estava sintonizando o rádio, e a minha mãe servindo a sopa aos meus irmãos. Neste dia estava trovoando e minha mãe pedindo ao meu pai que parasse, pois poderia atrair um raio, mas meu pai continuou. O raio acertou a cozinha furou o telhado, queimaram todas as lâmpadas, a antena pegou fogo e todos que estavam na cozinha saíram correndo, o meu irmão Manuel se escondeu em baixo da mesa totalmente aterrorizado.
Foi um dia muito especial para mim, por isso prefiro ficar com minha família a ficar sozinha.